LEDs SMD

O que são os LEDS SMD?

Os LEDs estão à nossa volta: em nossos telefones, carros e até em nossas casas. Sempre que algo eletrônico acende, há uma boa chance de um LED
estar por trás dele. Eles vêm em uma enorme variedade de tamanhos, formas e cores.
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A sigla LED (Light-Emitting Diodes) significa “Diodo Emissor de Luz“, é um tipo específico de diodo que converte energia elétrica em luz.

Em suma, os LEDs são como pequenas lâmpadas. No entanto, os LEDs exigem muito menos energia para acender em comparação. Eles também são mais eficientes em termos de energia, de modo que não tendem a esquentar como as lâmpadas convencionais (a menos que você esteja realmente injetando energia nelas). Isso os torna ideais para dispositivos móveis e outros aplicativos de baixa energia.

Já a sigla SMD (Surface Mounted Devices) significa “Dispositivo montado sobre a superfície”, desta forma o LED SMD é aquele fixado sobre a superfície de placas de circuito impresso ou outros equipamentos eletrônicos onde é necessário conectar o LED através de solda sem que haja furo.

O LED SMD tornou-se popular devido à sua versatilidade ao iluminar. Ele foi desenvolvido para reduzir o espaço ocupado pelos componentes de placas, como as resistências, os diodos e os transmissores.

Existem dois modelos comuns no mercado. As fitas com LED SMD 3528 são encontradas em modelos de 5 metros de comprimento e 300 LEDS, podem ser encontrados em cores brancas, coloridas e RGBs e são mais econômicas.

Já as fitas com LED SMD 5050 têm maior potência, já que os seus LEDs são triplos. Elas são encontradas em várias cores e até mesmo em versões monocromáticas. A luminosidade é maior, mas o consumo de energia também é mais alto.

Mais informações sobre o LED SMD

O LED é um diodo semicondutor (junção P-N) que quando é energizado emite luz visível – por isso LED (Diodo Emissor de Luz). A luz não é monocromática (como em um laser), mas consiste de uma banda espectral relativamente estreita e é produzida pelas interações energéticas do eletrão (português europeu)/elétron (português brasileiro). O processo de emissão de luz pela aplicação de uma fonte elétrica de energia é chamado eletroluminescência.

Em qualquer junção P-N polarizada diretamente, dentro da estrutura, próximo à junção, ocorrem recombinações de lacunas e elétrons. Essa recombinação exige que a energia possuída pelos eletrões seja liberada, o que ocorre na forma de calor ou fótons de luz .

No silício e no germânio, que são os elementos básicos dos diodos e transistores, entre outros componentes eletrônicos, a maior parte da energia é liberada na forma de calor, sendo insignificante a luz emitida (devido à opacidade do material), e os componentes que trabalham com maior capacidade de corrente chegam a precisar de irradiadores de calor (dissipadores) para ajudar na manutenção dessa temperatura em um patamar tolerável.

Já em outros materiais, como o arsenieto de gálio (GaAs) ou o fosfeto de gálio (GaP), a quantidade de fótons de luz emitida é suficiente para constituir fontes de luz bastante eficientes.

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